Sobre

Anders Helmerson nasceu na Suécia, em uma família musical: a mãe era professora de piano e o pai, músico de jazz. Anders começou pelo piano clássico e, em seguida,  evoluiu para o rock progressivo, de grupos como Yes e King Crimson,  e também o jazz, de pianistas como Chick Corea e Bill Evans.

Seu primeiro álbum, “End Of Illusion”, foi lancado em 1981, pelo selo sueco TMC. Quinze anos depois, o disco  foi relançado pelo selo francês Musea Records, ganhou o status de cult e vendeu bastante. Sucesso que influenciou na volta de Helmerson à música, após um longo período de afastamento, quando esteve dedicado à Medicina. Segundo a revista japonesa “Euro-Rock Press”, “End Of Illusion” transformou Anders Helmerson num artista de renome. Para os fãs  de rock progressivo no Japão, há mais de uma década, ele também é visto como um homem misterioso.

Seu segundo álbum, “Fields Of Inertia” (2002), gravado no Rio de Janeiro e  mixado em Nova York, foi  lançado pelo selo brasileiro Som Interior Artisticas Productions. Anders trabalhou no Rio com músicos brasileiros, incluindo o baterista e percussionista Robertinho Silva, conhecido por sua atuação em discos e shows de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Gal Costa, João Donato, Egberto Gismonti, entre  outros. O resultado : uma fusão de ‘prog’ e ‘ latin- jazz’, criando um ’mix’ neo – clássico.  Essa também foi a sua primeira experiência com gravação digital,  processo que,  mais tarde, fez uma revolução total na indústria fonográfica. O elaborado estilo de criação e composição de Anders foi um benefício a mais nesse novo processo.

Após alguns anos de elaboração, o terceiro álbum, “Triple Ripple”, foi lançado em 2010. Lançado pelo selo francês Musea Recordings,   essa proeza de fusão jazz -rock é o resultado da colaboração com o baterista americano Marco Minnemann e o baixista Bryan Beller. O trio trabalhou compasso por compasso nas gravações, que foram mixadas e masterizadas no Abbey Road Studios,  em Londres. De acordo com Anders, “A mixagem é brilhante, os timbres de sino ganharam um tom solene”.
Para os shows de lançamento de “Triple Ripple”, Anders optou por um concerto solo, em turnê que o trouxe de volta ao Brasil e também passou por diversos países da Europa.

Em 2018, seu quarto álbum “ Quantum House Project ” foi lançado. Anders mostrou sua paixão pelas teclas de um piano de cauda. As composições do álbum, que recebeu o nome de “The Quantum House Project”, sugeriam que ele havia se tornado um músico de jazz. Trocar a plataforma de teclado eletrônico por um piano de cauda não foi uma reviravolta  no estilo de música, e, sim,  uma modernização do timbre. Muitos entenderam isso como uma mudança de estilo e um desafio, mas, a música de Anders se abriu para um público maior. Para essas gravações, ele escolheu trabalhar ao lado dos músicos franceses Christian Grassart (bateria) e Thierry Conand (baixo). (Também em 2018, ele atualizou seu site oficial, mudando de  EndOfIllusion.com para AndersHelmerson.com)

A partir de 2020, o trio de Anders está atualmente apresentando o Quantum House Show, que começou em setembro de 2018 no Vortex Jazz Club em Londres e desde então já foi tocado várias vezes. Europa e terminou em julho de 2019 no Le Studio de l’Ermitage em Paris. Desde então, houve um freio e agora o trio está novamente com novos materiais e novos membros. Mais shows e novas músicas estão planejadas para 2020 e 2020, a turnê mundial ao vivo começou em janeiro, no Rio de Janeiro. Antes de seu quinto álbum, seu novo single ” Ritual iDance ” foi lançado em 5 de junho de 2020, em colaboração com o baterista japonês Senri Kawaguchi e o baixista polonês Lukasz Chyla.

Mais turnês ao vivo e novas versões musicais de Anders Helmerson estão planejadas para 2020 em diante.

Para obter as informações mais recentes, consulte o site oficial da Anders Helmerson AndersHelmerson.com